SP 365 #217 – Centro de Memória do Circo

Centro de Memória do Circo Centro de Memória do Circo Centro de Memória do Circo

O Centro de Memória do Circo já estava marcado na minha lista de lugares há tempos, mas confesso que sempre me dava uma preguiça absurda de ir até lá. Circo nunca foi minha arte favorita. Ok, é super lúdico e reconheço sua importância para o cenário artístico, mas nunca consegui sentir a tal magia do circo, como muitas pessoas sentem. Enfim, desta vez, criei coragem e fui conhecer o tal Centro de Memória do Circo, que fica na Galeria Olido no centro de São Paulo.

Bom, quando cheguei, minha primeira impressão foi exatamente o que eu reclamo da maioria dos museus por aqui, não tem emoção alguma. Gente, o tema é circo, como não fazer um lugar interativo? Gosto de usar o Museu do Futebol como exemplo, pois é um assunto que eu detesto, mas o museu é muito legal, super interativo e interessante. Mas voltando, o Centro de Memória do Circo não é grande não. As paredes contam histórias do circo no Brasil e das famílias que contribuíram para isso. Confesso, que achei essa parte chatinha. Gente, é só colocar no google que a gente acha todas as informações que estão nas paredes. Porém, tem uma parte que achei bem interessante. No meio tem uma maquete que mostra todas as etapas da montagem de um circo, a caravana, a montagem da tenda, o figurino, maquiagem, apresentações. Essa maquete eu gostei bastante.

Enquanto estava andando por lá, um funcionário veio me perguntar se eu já tinha ido na outra parte do Centro. Falei que não e que nem sabia que tinha outra parte. Ele me falou que ficava no fundo da Galeria Olido. Então, fui lá conhecer. Essa segunda parte do Centro de Memória do Circo é bem menor, mas bem mais interessante. Lá também tem uma maquete de um circo, mas explicam as origens das atrações circenses. Achei bem interssante.

Enfim, não acho justo falar que é um passeio que não vale a pena. Mas sair de casa para ir para lá, sei lá, acho demais. Acho que se você estiver programando um roteiro pelo centro, pode encaixar, mas não crie muita expectativas. De qualquer forma, fica a dica pessoal ;)

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Centro de Memória do Circo

Av. São João, 473 – Centro – São Paulo, SP – (11) 3397-0177 – Mapa

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SP 365 #213 – Lekitsch Bar

Lekitsch Lekitsch Lekitsch

Já faz um bom tempinho que o bar Lekitsch abriu na Praça Roosevelt. O ambiente é mais ajeitadinho, mas bem descontraído. No cardápio algumas propostas de caipirinhas gourmets. Sim, gourmetizaram a caipirinha. Enfim, de qualquer forma são gostosas.

Achei o Lekitsch uma opção bem bacana para antes ou depois de alguma peça ali da praça. Fica a dica pessoal ;)

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Lekitsch Bar

Praça Franklin Roosevelt, 142 – Centro – São Paulo, SP – (11) 3120-2384 – Mapa

  • $$$ (de R$ 51,00 a R$ 100,00)

 

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SP 365 #201 – Bar Léo

Bar Léo   Bar Léo Bar Léo

Preciso falar que este local não é assim, totalmente inédito. Já fui ao Bar Léo uma vez, há muito tempo atrás e fiquei uma meia hora. Ontem, voltei lá a convite da Sociedade da Cerveja, para a festa de comemoração do prêmio “Um Bar, Muitas Histórias” que o Bar Léo ganhou. Ontem que realmente conheci o bar, por isso, ele está aqui, fazendo parte do SP 365.

Mas vamos lá, o concurso “Um Bar, Muitas Histórias”, realizado pela Sociedade da Cerveja, é um movimento que visa ampliar o conhecimento sobre cerveja pelos seus apreciadores. Donos de bares de todo o país contaram histórias inusitadas, divertidas e originais sobre fatos ligados a cultura nacional e tradição de boteco que aconteceram em seus estabelecimentos. E o vencedor foi o Bar Léo, que ganhou devido a dois fatos curiosos, foi o bar que criou o copo de chope usado em todo o país, também conhecido como caldereta e, entre seus funcionários, está Seu Luís, o garçom mais antigo em atividade em São Paulo.

O bar tem mais de 70 anos e o seu Luís já está por lá há mais de 50. Com 92 anos, ainda bem disposto, adora contar “causos” que já ocorreram no Bar Léo. Por exemplo, quando Jânio Quadros, que era seu freguês e amigo, estava almoçando por lá e um jornalista que escreveu uma matéria que não agradou o ex Presidente chegou na porta do bar, Jânio levantou da mesa e foi atrás do tal jornalista. Seu Luís também adora tomar um “chopes” quando não está trabalhando e acha que o melhor petisco do bar é o Hackpeter, canapé de carne crua.

Além do Seu Luís, que é uma graça de pessoa, o que mais me chamou atenção no Bar Léo é o ambiente, o clima de amigos que se encontram por lá. As pessoas são bem receptivas e estão dispostas a dividir o que acham de melhor no bar. Frequentam o Bar Léo há 20, 30, 40, 50 anos. Gente, que vai lá desde os 5 anos de idade e hoje volta com os filhos. Pessoas como o Armando, que tem lojas na Santa Efigênia e, claro, antigo frequentador do Bar Léo. Ele nos apresentou o sanduíche de carne crua, seu petisco favorito do bar e nos contou que no início somente homens podiam ficar ali, mulheres eram proibidas. Se chegasse uma mulher, ninguém atendia. Até quem uma vez, uma delegada chegou lá para tomar uma cervejinha e os garçons se recusaram a atendê-la. A briga foi feia e o bar acabou tendo que atender as mulheres.

E numa dessas felizes coincidências que acontecem na vida, conhecemos Miriam Petrone, que foi a primeira mulher a entrar no Bar Léo desacompanhada. Ela tinha 23 anos na época e ontem estava lá com o marido, Claudio, e a filha de 14 anos, Rebeca. Miriam nos contou histórias antigas do bar, como, por exemplo, quando existia a mesa dos aposentados. O bar podia estar lotado, sem lugar para sentar, mas todos respeitavam a mesa dos aposentados. Agora para quem quer comer a família recomenda sem dúvida alguma o sanduíche de carne crua. Também recomendam o bacalhau e o bolinho de bacalhau servidos às sextas-feiras no almoço. Miriam fala que o que torna o Bar Léo único, é que cada pessoa ali se sente especial.

A noite passada foi uma delícia! Conheci pessoas maravilhosas, como o Seu Luís, a Miriam e sua família, o Armando, o Mauro, a Alessandra e vários outros que dividiram comigo suas histórias com o bar. Cantaram, brindamos, comemos, rimos. Foi realmente uma noite muito gostosa e um bar muito gostoso. Se tiver que definir o Bar Léo, definiria como o bar dos amigos. Você pode até chegar lá sozinha, mas se tiver disposta a conhecer gente legal, com certeza sairá de lá com alguns bons amigos.

Ah! Para quem ainda não sabe, hoje quem administra o Bar Léo é o mesmo pessoal do Bar Brahma. O clima é de festa e o Bar Léo é praticamente um patrimônio de São Paulo, né? Fica a super dica pessoal ;)

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Bar Léo

Rua Aurora, 100 – Santa Efigênia – São Paulo, SP – (11) 3221-0247 – Mapa

  • $$$ (de R$ 51,00 a R$ 100,00)

*Gostaria de agradecer a Sociedade da Cerveja e o Bar Léo pelo convite.

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SP 365 #184 – Feirinha da República

Mais um lugar que passei varias vezes na frente, mas nunca tinha
parado, a Feirinha da República que acontece aos domingos. Já tinham
me falado que essa feira tem várias coisas legais e que o acarajé é
fantástico. Pode até ser que seja um lugar bom para garimpar, mas
confesso que não fiquei apaixonada não. E olha, que eu adoro uma
feirinha, um mercado de pulga, etc. Quanto ao acarjé, fiquei com preguiça
de experimentar. A feira que deixou um pouco desanimada. Mas uma
coisa, talvez eu tenha me sentido assim, pois fui sozinha, talvez se
tivesse ido com alguém que saiba os locais legais, história seria outra. Enfim, acho que terei que ir mais uma vez para ter uma opinião definitiva.

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Feirinha da República

Praça da República – Centro – São Paulo, SP – Mapa

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SP 365 #182 – Feira da Madrugada

Então, preciso fazer um #prontofalei. Eu A-MO cartomantes! Sério. Não
posso ouvir uma promessa de como será o futuro, que lá vou eu atrás de
como serão as coisas. Já fui em muitos. Continuo indo em muitos. Mas
hoje, talvez com os anos de experiência, estou mais seletiva. Tenho
uma cartomante fixa há mais de 12 anos. Ela é fantástica e é
praticamente a cartomante da família. De qualquer forma, sempre que
algum amigo de confiança me fala que descobriu um cartomante ótimo, lá
vou eu.
E foi numa dessas idas a um cartomante que descobri o local do post de
hoje. Ah! Se você não é muito por dentro deste assunto de conhecer o
futuro, a primeira regra para um cartomante bom é, ele tem que morar
longe, escondido, difícil acesso. Se ele nem te passar o endereço, mas
um mapa, melhor ainda. Nunca acredite num cartomante que fique na Av.
Paulista, por exemplo.
Por isso mesmo, o cartomante da vez atendia a regra básica e atende em
alguma rua do Pari. E para chegar em tal lugar, é preciso passar por
essa tal de Feira da Madrugada. Bom, se ela funciona de madrugada
mesmo, eu não sei, pois fui às 10h da manhã. O lugar é assustador.
Enorme, cheio, mas cheio de gente mesmo, uma confusão só. Mas como
acredito que algumas experiências precisam ser vividas, por exemplo,
Paris, Nova York, metrô Sé 6h da tarde, 25 de Março em dezembro, a
Feira da Madrugada também precisa ser vivida. Nem que seja pra você
mandar as pessoas fugirem dela com propriedade, mas precisa ser
vivida. Encarem como uma experiência tupiniquim e boa sorte!
Sobre o cartomante? Sim, valeu a pena!

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Feira da Madrugada

Rua São Caetano, 812 – Brás – São Paulo, SP – Mapa

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SP 365 #171 – Caixa Cultural São Paulo

 

Eis mais um lugar que passo sempre na frente, mas nunca entro. Agora foi o prédio da Caixa Cultural São Paulo que fica na Praça da Sé. Bem verdade que o prédio em si não é muito bonito não, pelo menos eu acho. Acho que o centro de São Paulo possui prédios mais bonitos, deve ser por isso que eu nunca tenha entrado antes. Enfim, resolvi entrar e adorei. O espaço é bem interessante e abriga várias exposições e, claro, de graça! Super vale a visita. Eu adorei e com certeza será parada obrigatória em minhas andanças pelo centro de São Paulo. Fica a dica pessoal ;)

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Caixa Cultural São Paulo

Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo, SP – (11) 3321-4400 – Mapa

 

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SP 365 #164 – Praça Roosevelt

Depois de sei lá quantos anos, finalmente a reforma da Praça Roosevelt acabou. Confesso que fiquei um pouco decepcionada. Ok, ela está limpa, clara, bem cuidada, mas fiquei com aquela sensação de “poxa, tanto tempo pra isso?”. É bom deixar claro, que acho qualquer iniciativa de revitalização de um espaço público super válida, mas não sei, acho que preciso ficar por ali mais um tempo para ter uma opinião realmente honesta sobre a nova Praça Roosevelt.

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Praça Roosevelt

Praça Roosevelt – Centro – São Paulo, SP – Mapa

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SP 365 #158 – Lanchonete Árabe

Sério, não sei o que seria do projeto SP 365 sem a ajuda dos amigos. Eles estão sempre me falando de algum lugar novo, legal e que eu preciso conhecer. Desde vez, quem deu a dica foi a querida Tari. Fazia um tempo que a gente não se encontrava e resolvemos marcar um almoço e ela sugeriu a Lanchonete Árabe, como o próprio nome diz, é um restaurante árabe que fica na Santa Ifigênia e tinha sido super bem recomendado.

Como sou apaixonada por comida árabe, fomos testar. O lugar em si não chama atenção de forma alguma, é um daqueles lugares que se ninguém recomenda você jamais entraria. Eu cheguei mais cedo e estava bem vazio, apenas algumas mesas ocupadas. Na verdade, o lugar é bem pequeno, com poucas mesas.

Cheguei mais cedo e logo depois Tari chegou. Começamos com as esfihas, carne e queijo. Estavam simplesmente fantásticas! Recheio na medida certa e massa bem fininha. Depois fomos de falafel que, como as esfihas, também estava fantástico. Conforme, nosso almoço se desenrolava, percebemos que a lanchonete começou a encher, mas encher mesmo. Todas as mesas ocupadas, gente em pé comendo no balcão e ainda mais um pouco do lado de fora esperando vagar algum espaço. O perfil do público era o mais variado, gente que trabalha na região, descoladinhos publicitários, senhoras arrumadas, jornalistas e a gente. Dava para perceber que a maioria que estava ali era um público fiel. Inclusive, essas senhoras arrumadas, se sentaram na mesa do lado da nossa e falaram dos pratos que temos que experimentar da próxima vez.

Bom, como puderam perceber, acho que a Lanchonete Árabe super vale uma ida a Santa Ifigênia para um almoço delicioso. Fica a dica pessoal ;)

*Eles não tem site.

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Lanchonete Árabe

Av. Barão do Rio Branco, 443 – Santa Ifigênia – São Paulo, SP – (11) 3224-8868 – Mapa

  • $ (até 25,00)
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SP 365 #151 – Café Girondino

  

O post de hoje é polêmico. Há quem diga que eu já estive no Café Girondino antes sim. A pessoa que fala isso, diz, inclusive, que foi comigo. Eu confesso que não lembro. Mesmo. Portanto, se não lembro não fui.

Bom, depois de conseguir finalmente visitar a exposição do impressionismo no CCBB, fui jantar com um amigo no Girondino, um dos locais mais tradicionais no centro de São Paulo. O local em si é bem gostoso, parece que você está em outra época  heheheheheh. O cardápio é bem variado, tem opção de comidinhas, pratos, lanches, saladas, enfim, é um lugar para todas as horas. Uma dica, quem gosta de arroz doce, o deles é incrível. Tem que experimentar. O lugar é super agradável. Ótima opção para comer pelo centro. Fica a dica pessoal ;)

Ah! Se for na hora do almoço, não deixe de passar na padaria do Mosteiro São Bento, que é na frente, e levar um pão de mel para casa :)

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Café Girondino

Rua Boa Vista, 365 – Centro – São Paulo, SP – (11) 3229-4574 – Mapa

  • $$$ (de R$ 51,00 à R$ 100,00)
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SP 365 #150 – Museu da Tatuagem

  

Voltando a minha lista de museus não tão conhecidos assim, a bola da vez foi o Museu da Tatuagem. Na verdade, este museu é projeto de um dos tatuadores mais antigos de São Paulo, que reuniu em seu estúdio todo acervo sobre o tema e disponibilizou para visitação. É preciso marcar hora, pois quem mostra o museu são os próprios tatuadores, então tem que ser num horário que eles estejam livres.

Mais uma vez, mais uma visita frustrada. Fico até com pena de falar uma coisa dessa, pois a pessoa que me recebeu foi tão simpática. Ele estava se esforçando muito para me mostrar o acervo. Porém, era visível que ele não estava preparado para tal tarefa. Bom, o estúdio e o museu, pertencem ao Polaco, como disse, um dos tatuadores mais antigos de São Paulo. O estúdio fica no centro, perto da Praça da República e o museu fica em uma das salas do estúdio.

Tatuagem é um assunto que eu adoro. Eu mesma tenho algumas e quero fazer mais. Acho o tema e tudo o que se refere a este assunto fantástico, por isso mesmo acho que um museu sobre este assunto é mais do que interessante, não acham? É bem verdade que no acervo do Polaco tem muita coisa, muitos objetos, fotos e poderia ter muita história para contar se a pessoa que me mostrou estivesse mais capacitada para isso.

Enfim, não quero me prolongar nesta visita, pois o cara estava realmente super disposto a me mostrar o museu, mas como ele não tinha conhecimento, foi péssimo. Uma pena.

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*Não pude fotografar, por isso as fotos são da internet.

 

Museu da Tatuagem

Rua 24 de Maio, 225, 1º andar – Centro – São Paulo, SP – (11) 3222-8049 – Mapa

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