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Casa de Francisca

  

Casa de Francisca é uma mistura de bar, teatro e casa de show!!! Pois é, verdade!!! O local é uma delícia, e como é bem pequeno, tem um clima bem intimista. No palco, tem apresentações de peças curtas, stand-ups, música, poesia, enfim, tem muita coisa legal que rola por lá, é só checar a programação da casa pelo site. Com certeza é um programa divertido e diferente, super vale a pena. Fica a dica pessoal ;)

 

Casa de Francisca

Rua José Maria Lisboa, 190 – Jardins – São Paulo, SP – (11) 3052-0547 – Mapa 

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Museu da Casa Brasileira

  

Museu da Casa Brasileira é parada obrigatória para quem adora móveis e design!!! As peças expostas são do século XVII até os dias de hoje e conta a história de cada peça, do designer e porque foram criadas. Além das peças permanentes, o museu também abriga várias exposições, então, sempre tem coisa nova por lá. Super vale a pena a visita.

Outra coisa, dentro do Museu da Casa Brasileira, tem um restaurante delicioso, o Quinta do Museu. Gente, ele fica no meio do jardim do museu, muito gostoso, nem parece que você está em plena Faria Lima!!! O cardápio é bem variado e durante a semana eles possuem um menu executivo muito bom. O atendimento também é ótimo!!! Eu adoro almoçar ali!!! Eles também oferecem cafés e chás a tarde!!! Ok, eu sei que chá da tarde é coisa de vó, mas é uma delícia, não??? Fica a dica pessoal ;)

 

Museu da Casa Brasileira

Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Pinheiros – São Paulo, SP – (11) 3032-3727 – Mapa  

Quinta do Museu
  • $$$ (de R$ 51,00 à R$ 100,00)
  • free wi-fi

 

 

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DistopiaS

  

A mais famosa Trilogia Literária do século XX – “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley; “1984”, de George Orwell e “Laranja Mecânica”, de Anthony Burgess – conhecida também como “Trilogia Distópica” é fonte inspiradora para o novo espetáculo do Núcleo Experimental dos Satyros, DistopiaS, com direção de Andressa Cabral.

O processo de criação foi pautado em investigações cênicas envolvendo música, dança e performance. Além da Trilogia, a Biomecânica, de Meyerhold, a performance, e o Teatro Físico, foram fontes inspiradoras para a criação do espetáculo.

O espetáculo se passa em uma atmosfera de desolação. Não existe história, nada é dito. A sensação de alienação; onde  algo ruim pode acontecer a qualquer momento, permeia essa investigação cênica que privilegia os sentidos do espectador.

DistopiaS estréia dia 18/11 e ficará em cartaz até 10/12, às sextas e sábados às 23:59h, no Satyros II.

Para ver o teaser da peça, clique aqui.

 

DistopiaS – Satyros II

Praça Roosevelt, 134 – Centro – São Paulo, SP – (11) 3258-6345 – Mapa

 

 

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Cinemark Cidade Jardim

  

Sem dúvida alguma a sala de cinema do Cinemark Cidade Jardim, é a melhor de São Paulo!!! Sério, depois que você assistir um filme lá, não vai se acostumar as salas comuns hehehhehe. Até a pipoca deles é diferente!!! Pois é, a pipoca é feita no azeite!!! Além da pipoca no azeite, na bomboniere, você também encontra os tradicionais doces, mas também, vinhos, espumantes, sanduíches!!! Demais, não??? Agora, vamos ao mais importante, a sala!!! Gente, as poltronas são imensas e ainda por cima deitam!!! São super confortáveis!!! Outro detalhe super importante e útil da poltrona, é um botão para chamar a garçonete!!! Acabou aquela história de levantar no meio do filme para comprar mais pipoca, Guaraná, etc etc etc. Se a idéia é ir ao cinema, com certeza a sala do Cinemark Cidade Jardim vai contribuir muito para sua alegria. Fica a dica pessoal ;)

 

Cinemark Cidade Jardim

Av. Magalhães de Castro, 12.000, 3 piso – Marginal Pinheiros – São Paulo, SP – (11) 3552-1000 – Mapa 

  • $$$ (de R$ 51,00 à R$ 100,00)
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Choque Cultural

  

A Choque Cultural é uma ótima opção para visitar exposições de artistas novos. O foco principal deles é arte urbana, então, tem muita coisa de graffiti, intervenções, etc. Sempre está rolando algo interessante por lá. Ah! E no site deles tem uma lojinha virtual com várias opções lindas para decorar sua casa, escritório, dar de presente, etc etc etc. Fica a dica pessoal ;)

 

Choque Cultural

Rua João Moura, 997 – Pinheiros – São Paulo, SP – (11) 3061-4051 – Mapa

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Galeria Romero Britto

  

Muita gente tem birra do Romero Britto porque hoje é possível encontrar suas obras em latas de papel higiênico, panetone, Havaianas, ovos de Páscoa, enfim, falam que ele se vendeu!!! Eu, sinceramente, acho isso uma bobagem!!! Não sei porque no Brasil a gente tem essa mania de achar que artista não pode ganhar dinheiro com sua arte, que tem sempre que morrer de fome e, o pior de tudo, que a arte nunca pode ser popular!!! Acho isso de uma ignorância atroz!!! Não é de hoje que sou apaixonada pelo trabalho do Romero Britto, acho tudo lindo, colorido, feliz e acho ótimo ele compartilhar essa essência do trabalho dele em produtos do nosso cotidiano!!! Por que para trabalho dele ser valorizado só pode estar numa tela por sei lá quanto??? Uma coisa não impede a outra!!! Claro que os quadros dele continuam lindos para os poucos que conseguem comprar. Mas quem também não pode comprar uma tela ou escultura dele, por exemplo, pode, pelo menos, ter seu dia a dia mais alegre, com a lata de papel higiênico, o panetone ou a Havaianas com parte do trabalho dele. Enfim, tudo isso é para dizer que, para mim, um dos locais que mais gosto de São Paulo é a Galeria Romero Britto!!! Ela é linda e colorida, como o trabalho do artista e é possível encontrar vários produtos dele ali. Com certeza você vai achar um para chamar de seu. Fica a dica pessoal ;)

 

Galeria Romero Britto

Rua Oscar Freire, 562 – Jardins – São Paulo, SP – (11) 3062-7350 – Mapa

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Praça Roosevelt

  

Não é de hoje meu carinho e adoração pela Praça Roosevelt. Conheci através de um professor, Alberto Guzik, que estava com uma peça em cartaz lá no Satyros. Desde então, sempre voltei!!! Bom, a Praça que fica bem no final da Consolação, ao lado daquela igreja, é um centro cultural (alternativo) de São Paulo. Com diversos teatros, como Os Satyros, Os Parlapatões, o Mini Teatro, etc, vive cheia!!! As peças são as mais diversas possíveis e, praticamente, em todos os horários. É sempre bom checar no site dos teatros para saber o que está rolando!!! E enquanto você espera para ir para peça, ou mesmo depois, vale ficar em algum dos barzinhos que tem por lá. Os meus favoritos, são o bar do Parlapatões, o Rose Velt e o Papo Pinga e Petisco. Fica a dica pessoal ;)

 

Praça Roosevelt

Praça Franklin Roosevelt, s/n – Centro – São Paulo, SP – Mapa

 

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Biutiful

  

Não, eu não escrevi errado não. O nome do filme do diretor Alejandro González Iñárritu é Biutiful mesmo!!! Ok, sou um pouco suspeita de sugerir este filme, porque sou super fã do Iñárritu, também diretor de Babel e 21 gramas, filmes que A-MO!!! Bom, mas como era de se esperar em Biutiful ele não decepciona!!! O filme conta a história de Uxbal (Javier Bardem)  pai de dois filhos e à beira da morte, que luta contra uma realidade distorcida e um destino que trabalha contra ele o impedindo de amar e perdoar para sempre. Assim como os outros filmes do diretor, este também é muito pesado, toca em assuntos bem delicados, como por exemplo, o problema da imigração ilegal na Espanha, sem contar a interpretação de Javier Bardem, que está simplesmente fantástica. Eu adorei este filme e super acho que vale a pena ser visto. Fica a dica pessoal ;)

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Violência Gratuita

Dica de um filme muito bom que assisti esse final de semana, o Violência Gratuita (Funny Games), de Michael Haneke. O filme conta a história de uma família que vai passar uns dias numa casa que possuem no lago. Logo que chegam são surpreendidos por dois jovens bonitos, educados, bem vestidos, que aparentemente estão na casa do vizinho e vão pedir ovos, pois os do vizinho acabaram. Este é o inicio de uma história que acaba transformando a família em refém desses jovens que tem como objetivo brincar de torturar os reféns.

Violência Gratuita é uma crítica do diretor austríaco Michael Haneke sobre a banalização da violência que estamos acostumados a ver nos filmes, especialmente em Hollywood, com filmes cheios de sangues, mortes, etc etc etc. A abordagem que o diretor usa para fazer essa crítica, é bem interessante, pois a violência presente no filme é muito irônica, cínica e coloca nós, os espectadores, como cúmplices desses atos violentos. Detalhe, apesar do filme ser extremamente violento, não existe uma cena que mostra a violência em si, por exemplo, uma pessoa levanto um tiro ou apanhando.

Outro detalhe, Haneke filmou Violência Gratuita duas vezes, a primeira em 1997 na Áustria e a segunda, exatamente 10 anos depois, em 2007, nos Estados Unidos. O engraçado é que a única coisa que ele mudou no segundo filme foram os atores, o resto ele não mudou absolutamente nada. Todos os planos, diálogos, locações e até a interpretação dos atores é a mesma. Uma das teorias para ele ter refeito o filme com atores americanos, é por causa da resistência que o público nos Estados Unidos tem de ver filmes com legenda. Mas isso ninguém sabe ao certo.

Tanto o filme original, que foi feito em 1997, como o filme que foi feito em 2007 estão disponíveis nas locadoras, mas como o de 2007 é com atores hollywoodianos é mais fácil encontrar ;)

Enfim, é um filme que eu adorei e acho que super vale a pena ser visto. Fica a dica pessoal ;)

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Graffiti

Foto – @mexericaman

Local – Rua Vanderlei – Perdizes

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